Os primeiros computadores da década de 1940 possuíam somente dois níveis de linguagem de programação até quando em 1951 surgiu a ideia de ser projetado mais um nível com a intenção de simplificar o hardware, exigindo menos circuitos eletrônicos. 

Com a criação do transistor em 1948 e sua implementação em 1956 os computadores passaram a ter um desenvolvimento rápido, impulsionados pelos sistemas operacionais e as linguagens de programação, quase na mesma época também foi criado o conceito de barramento de dados que acelerou a velocidade dos computadores.

Várias linguagens de programação surgiram e foram se aprimorando, como a FORTRAN e LISP que se destacaram como pioneiras. Com o passar do tempo várias linguagens de programação foram surgindo, algumas se baseando em conceitos já existentes como a PL/I que reuniu características de linguagens como FORTRAN e Algol.

A principal tendência até então era obter altos níveis de abstração e a proliferação dos paradigmas sejam eles imperativo onde os dados é introduzido pelo hardware ou declarativo onde buscam independência do paradigma de Von Neumann.

Na década de 1990 surgiu o paradigma da orientação a objeto onde o crescimento da Internet introduziu novas dimensões de complexidade no processo de desenvolvimento de programas, surgindo então novas linguagens de programação como C++, Delphi e outras, tendo como destaque a linguagem JAVA  que introduziu novos conceitos e tinha como principal característica a arquitetura neutra. 

Surgiram os sistemas operacionais, liberando o programador de tarefas relacionadas diretamente com o funcionamento da máquina, como o DOS e OS da IBM. Nos anos 70 surgiram os supercomputadores como o Cray-1, máquinas que inovaram na arquitetura com o conceito de pipeline.

Existe alguns limites para a performance de um supercomputador, porém a velocidade aumenta a cada dia, resultado de um elevado custo de pesquisa e desenvolvimento o'que faz alcançar os limites dos processadores baseados em silício.

Com a Tecnologia VLSI surgiram os minicomputadores que interligava-se com mainframes que eram áreas centrais de processamento de dados, do minicomputador surgiu os computadores pessoais. Ainda nos anos 80 surgiram as arquiteturas RISC trazendo a promessa de ganho de desempenho.

Com o propósito de quebrar o gargalo de Von Neumann e a descentralização dos sistemas, surge o paralelismo, onde por exemplo, se podia alocar um programa para dois processadores logo após surge a internet que tem suas origens na década de 70.

Em 1975 surge o Altair 8800 sendo o primeiro kit de mini computador do mundo a rivalizar com os modelos comerciais,  fazendo bastante sucesso.Outro grande sucesso foi o lançamento dos computadores  pessoais lançados pela Apple, fundada em 1976.

A Microsoft fundada por Bill Gates também fez bastante sucesso ao escrever uma versão popular  de uma linguagem  computacional, o Basic, para o Altair. Todo esse sucesso só foi possível graças à IBM quando lançou o IBM PC sendo um computador mais potente e fácil de programar, que utilizava uma arquitetura aberta: Podendo selecionar os componentes básicos e o sistema de fontes externas a IBM.

Na década de 1960 a Ciência da computação se tornou uma ciência verdadeira, sendo a primeira pessoa a receber o título de Ph.D Richard Wexelblat, em 1965. Existindo a necessidade de haver critérios para o desenvolvimento surgiu a Engenharia de Software que busca garantir a corretude na construção de sistemas.

Em 1977 H.J Bremermann desenvolveu alguns trabalhos pioneiros  onde foi constatado que existe limites físicos atuando como fatores restritivos para computação de determinados problemas.

Os primórdios da inteligência artificial remontam a década de 1940 onde predominou o movimento cibernética  que acreditava entre outras coisas que a atividade humana poderia um dia ser estudada por meio de modelos matemáticos,  e em seguida nasce a cibernética com intuito de “controle e comunicação no animal e na máquina”.